sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Sou o sangue que se derrama e grita entre os poros do tempo e me faz regressar à cristalina vigília da água...
E sou essa terra que tuas mãos lavram
e a pedra que o artista fere para criar arte
mas é no teu corpo que respiro.

Célia Moura 


Arthur Braginsky Painting

Quero-te liberdade Com cheiro a hortênsias do meu quintal, Seiva Rosmaninho E cânticos de sereias loucas Entre o linho do prazer E o s...